Este blogue é organizado pelo Clube de Escrita da Escola Básica 2,3 de Santana. Publica textos escritos por qualquer aluno desta escola. Podem ser poesias, histórias, reportagens, opiniões, etc.. Editará ainda textos de autores conhecidos escritos para crianças e jovens.

2006/01/24

Diogo Tecelão (5º C)


O MAR

Ó mar, tu és o autor dos Descobrimentos,
tu és a voz do povo.
As tuas ondas brilhantes coloram o mundo de alegria.
Os peixes que vivem contigo são uma beleza
e tu ficas mais belo com os rochedos
onde os caranguejos vivem.
Ó mar, tu és o meu herói!
Mar, tu tens alegria,
tu fizeste os Descobrimentos,
tu guardas tesouros no teu fundo.
Mas também matas os descobridores e os pescadores...
A tua água é salgada pelas nossas lágrimas de salmoura,
Ó mar!...

Catarina Gaboleiro (5º F)

UMA CARTA NO INÍCIO DE 2006

Querida Ângela,

O Natal e o Ano Novo passados em certos países foram de guerra. Não foram só os terroristas mas também alguns americanos. Mas nesta época já não levam as pessoas para os campos de gás (felizmente!).
Enquanto nós, na nossa casa, festejávamos o Natal com um grande banquete e trocas de presentes muito bons e um pouco caros, em certos países vivia-se em estado de alerta e nem sei se lá houve Natal, pois não houve notícias sobre o Natal de guerra. As crianças que vivem nesses países não tiveram, por certo, um grande banquete ou troca de presentes - e algumas crianças que vivem em países, por enquanto, sem guerras, dizem que queriam mais prendas ou que as prendas não foram grande coisa... Mas eu tenho uma pergunta... Para que é que servem as prendas, se nos vamos fartar delas, se um dia as vamos deixar? O que é mais importante é a união da família e a paz que, por enquanto, Portugal ainda tem.
No Ano Novo não sei se certos países, ou certas crianças e pessoas, tiveram fogo de vista ou foram jantar fora ou então fazer uma comida especial em casa. Desejo é que neste ano as pessoas e as crianças que vivem nesses países tenham mais paz e as pessoas que fazem ou causam as guerras (ou outras coisas terríveis) se apercebam do que estão a fazer e que venham para o lado do bem.
Desejo que tenhas o melhor que há no mundo e que vivas num país sem guerras e sem muitas maldades.
Um até breve da
Catarina

Joana Marquês (5º C)


Era uma vez...

Era uma vez um cão
que era muito grandalhão.

Era uma vez a Rita
que não resistiu a comprar uma fita.

Era uma vez... Eu fui ao mar
e vi o sol a brilhar
e os pássaros a cantarem.

Era uma vez a Beatriz
que subiu uma escada e partiu o nariz.

Era uma vez o André
que caiu e partiu o pé.

Era uma vez a Ana
que não queria comer a banana.

Era uma vez o João:
queria andar de foguetão
e também andar de balão.

2006/01/17

Diogo Tecelão (5º C)

UM HOMEM CINZENTO
(texto sem a letra A)

O homem é muito misterioso. Eu conheço-o muito bem.
Vou dizer-vos um dos mistério desse simples homem que se converteu num homem cinzento!
Depois de ver o mundo, o homem percorreu o seu prédio desmedido em pouco tempo, com o céu limpo e trovões fortes e longos.
Um dos trovões fez com que ele se convertesse num homem muito horrível. (Meteu-me medo, muito medo.)
E por isso recebeu o nome do "Homem Cinzento".

2006/01/10

FELIZ ANO NOVO!!!

Já estamos no décimo dia de 2006... mas ainda é altura de desejarmos uns aos outros um ano muito feliz. Aqui ficam as palavras da nossa colega CATARINA GABOLEIRO, do 5º F (um bom ano também para ela!):

Neste ano 2006 gostaria que não houvesse tanta guerra e poluição no mundo. Gostaria também que Portugal fosse um país melhor (que houvesse melhores partidos e políticos): desejava que houvesse menos desemprego e menos pobreza.
Por fim, gostaria que a minha família não tivesse problemas (financeiros ou pessoais)...
Mas o meu maior desejo é o de que todos tenham um óptimo 2006!

Catarina Costa / Daniela Ferro (5º D)

POEMA SOBRE 2006

2006 será especial
para todos no Carnaval.
Um ano novo bateu à porta
Com muitas prendas na bota.

2006 é um ano novo.
Festejámos com foguetes no Corvo.
Festejámos com a família
Um ano novo cheio de alegria.

Um ano novo chegou
E toda a gente cantou.
Vimos os foguetes a brilhar
Quando estávamos a cantar.

Rúben Lopes (5º D)


O mundo ao contrário

O mundo é muito estranho. Por que é no nosso mundo as árvores estão agarradas ao chão? Por que não estão a flutuar no ar, como os astronautas no espaço?
O mundo é muito estranho. Por que é que as pessoas não voam? Por que é que não somos como os aviões?
O mundo é muito estranho. Por que é que as casas estão coladas ao chão e não estão a andar de bicicleta?
O mundo é muito estranho. Por que é que os aviões não aterram nas árvores? Por que é que aterram normalmente e não aterram e bico.
O mundo é muito estranho. Por que é que os bebés nascem da barriga da mãe? Por que não nascem numa fábrica de chocolate?

Andrea Matias (5º C)

Os animais felizes e os animais tristes

Há muitos anos atrás havia uma pequena floresta onde havia muita alegria.
Os animais eram todos alegres e muito felizes e havia sempre festas.
Noutro lado viviam outros animais. Eram muito tristes e nunca tinham festas. Nenhum animal podia fazer qualquer som que fosse e, se fizessem barulho, iam para a prisão ou eram mortos .
Certa vez um coelho foi à outra floresta, onde encontrou uma raposa. O coelho disse-lhe:
- Oh, que floresta tão alegre! Tu podes ajudar-me?
- Eu vou ajudar-te. Conta-me tudo e eu ajudo-te com os meus amigos.
- Eu conto-te tudo.
Então o coelho contou tudo e a raposa ficou espantada. A raposa foi a correr contar ao rei e o rei também ficou espantado. O rei no seu cofre tinha uma caixa de música. O rei agarrou nela e levou-a para a floresta. Rodou a manivela e logo os animais tristes ficaram todos muito felizes e fizeram uma grande festa.

2006/01/03

Soraia Fernandes (5º C)


O diabo
(história de terror inspirada num filme)

Era uma vez uma menina que tinha um cão. Ela recebera essa prenda no dia 25 de Dezembro, uma noite de trovoada. Estava a brincar com o seu cãozinho, quando a mãe a chamou e lhe disse: - Vai-te deitar!
A filha foi, mas, ao passar no corredor, sentiu una mão a tocar no seu pescoço! Foi a correr para o seu quarto.
Passado algum tempo, ela ouviu pingar.
Levantou-se da cama e foi à cozinha ver se era a torneira. Mas não. O seu cão, quando ela tinha medo, lambia-lhe a mão. Ela então pôs a mão de baixo dos lençóis e o cão lambeu-a.
Passado algum tempo, ela ouviu outra vez o barulho. Levantou-se e foi à casa-de-banho, mas não era! O mais estranho é que ela se foi deitar e ouviu o barulho outra vez!
Aí acendeu a luz do quarto e encontrou o cão morto a pingar sangue, com uma mensagem a dizer:
- O diabo também lambe!
E morreu.

Inês Lopes (5º C)


O INVERNO CHEGOU

O Inverno chegou
com as folhas a cair
e os pássaros voam
para lugares mais quentes.
As ondas do mar
dão cambalhotas
na areia da praia.
A chuva intensa
enche o vasto oceano.
O vento sopra
e as noites
ficam mais longas.

Clube de Escrita

BOM ANO!

Já estamos de regresso com novos textos. Entretanto desejamos a todos os nossos leitores (e leitoras!) um 2006 cheio de alegria... e boas notas!