Este blogue é organizado pelo Clube de Escrita da Escola Básica 2,3 de Santana. Publica textos escritos por qualquer aluno desta escola. Podem ser poesias, histórias, reportagens, opiniões, etc.. Editará ainda textos de autores conhecidos escritos para crianças e jovens.

2005/11/29

Catarina Carvalho (5º F)

O LIVRO

O livro serve para ler
E também para escrever.
O livro traz muita imaginação
Para quem a quer ter.

O livro é como uma árvore
Que alimenta a curiosidade.
E se tu tomares atenção
Vais ver que ambos dão frutos
De amizade ao coração.

Inês Isabel Borreicho (5º C)

ainda outro ALFABETO SEM JUÍZO...

A é a Amália, que só tem uma sandália.
B é o Bruno, que corre atrás de um gatuno.
C é a Carina, que já foi à China.
D é a Daniela, que manobra a panela.
E é a Elisabete, que gosta de ouvir cassetes.
F é o Florêncio, também chamado Fulgêncio.
G é a Guida, que fez uma corrida.
H é o Humberto, que se arma em esperto.
I é a Inês, que parece um chinês.
J é o João, que adora o seu cão.
L é o Luís, que foi beber ao chafariz.
M é a Mariana, que gosta de bananas.
N é o Nando, com um irmão chamado Fernando.
O é a Olívia, que se sujou com lexívia.
P é o Paulo, que mordeu da flor o caule.
Q é o Quimberto, o contrário de um esperto.
R é a Rita, que gosta de batata frita.
S é a Susana, que acha que tem uma barbatana.
T é o Tiago, que não gosta de ir ao quadro.
U é a Umbelina, que tem uma amiga chamada Lina.
V é a Vitória, que gosta de ouvir histórias.
X é a Xana, que ainda está na cama.
Z é o Zé, que bebe água-pé.

Já temos caixa de correio electrónica!

A partir de hoje
podes enviar os teus textos
(poemas, histórias, opiniões, etc.)
para o email do Clube de Escrita:
clubedeescrita@aeiou.pt
Esperamos por ti, amigo(a)!!!

2005/11/28

Soraia Peixoto (5º C)

mais um ALFABETO SEM JUÍZO

A é o Alberto que tem um café aberto.
B é a Bruna que põe laca e espuma.
C é a Carina, parecida com a minha piscina.
D é a Diana que comeu a minha banana.
E é a Eva que anda a comer erva.
F é o Frederico, que tem o teu penico.
G é a Guida, que ganhou uma corrida.
H é o Hugo, que parece um texugo.
I é a Inês que tem um primo japonês.
J é o japonês - diz que não é primo da Inês.
L é a Luana, parecida com a Joana.
M é a Marta que me mandou uma carta.
N é a Natacha, parecida com uma bolacha.
O é o Octávio, com o seu irmão chamado Flávio.
P é a Paula, que come batatas pala-pala.
Q é o Quim que come pudim.
R é a Rosa - tem uma amiga piolhosa.
S é a Soraia que comeu uma papaia.
T é a Tatiana, que é uma havaiana.
U é a Umbelina, que come chocolates Regina.
V é o Valter, com um cão chamado "Zinder".
X é a Xana, que levou com uma banana.
Z é o Zé, que levou um pontapé.

Gonçalo Bárbara (5º C)

ALFABETO SEM JUÍZO

A é a Andreia que trocou de meia.
B é o Bisalhão que comprou um novo cão.
C é o Cristiano que chumbou o ano.
D é o David que ainda me agride.
E é o Edgar que foi nadar.
F é o Fernando que conheceu o Armando.
G é o Gonçalo que nunca andou a cavalo.
H é o Heleno que nasceu moreno.
I é a Inês que sabe jogar xadrês.
J é o João que parece o Bisalhão.
L é a Leonor que ficou com uma dor.
M é o Miguel que faz o mesmo que o Rafael.
N é o Nuno que é amigo do Bruno.
O é a Otília que conheceu a Lucília.
P é o Pedro, o amigo do Alfredo.
Q é a Quitéria que encontrou uma bactéria.
R é o Rafael que fez um barco de papel.
S é a Sara que encontrou uma arara.
T é o Tomás que caiu e fez "trás-pás!".
U é a Umbelina que chegou ao fim da colina.
V é o Vicente, o filho do presidente.
X é o Xavier que deixou cair a colher.
Z é o Zé que foi beber um café.

2005/11/22

Ana Cláudia Leonardo (5º E)




NA NAVE DO FUTURO

Estava um dia de chuva quando Catrapim teve uma miragem.
- Oh céus! Estou a ver uma nave… Será possível no ano 2006? Nunca tinha visto nenhuma. É tão bonita!
De súbito, a mãe do Catrapim chamou-o e deixou de ver aquele fenómeno.
- Ó Catrapim, vai ajudar o teu pai a encontrar a ferramenta! – disse a mãe, já chateada com o pai que tanto resmungava.
- É isso, mamã, obrigado!
A mãe ficou admirada. O Catrapim era muito preguiçoso. Por que estaria assim tão excitado?
- Pai, pai, podes ajudar-me a construir uma nave como aquela que passou por aqui há pouco?
- Ó filho, não passou nenhuma nave por aqui! – respondeu o pai rindo-se.
O Catrapim ficou a pensar naquilo que o pai lhe tinha dito. De repente, teve uma ideia que o poderia ajudar.
- Ó pai, não será possível irmos um dia ao planeta Plutão?
- Filho, que maluquinho! O planeta Plutão é muito gelado, nunca ninguém lá foi…
- Pois eu irei lá, papá, nem que seja a última coisa que faça… - E saiu muito chateado, mas com esperança.
Foi à arrecadação. Mexeu, remexeu… e tentou construir uma nave. Mas não lhe serviu de nada.
- Ó Catrapim, vamos brincar! – disse a sua melhor amiga.
- Olá, Pinapi, como estás? – E ia arrumando a tralha rapidamente.
- Que estavas a fazer?
- Eu? Nada! Deve ser impressão tua… - afirmou atrapalhado. E continuou:
- Já sei, Pinapi! Queres tentar construir uma nave lindíssima?
A Pinapi ficou perplexa por momentos, mas depois até achou divertida a ideia. Tentaram, tentaram a manhã e a tarde inteira, mas chegaram à conclusão de que era impossível.
Estava a escurecer e a mãe da Pinapi começou a chamá-la.
- Adeus, Catrapim, foi divertido, mas não conseguimos. Tenho pena, era giro irmos viajar pelo espaço!
- Pois era – disse o Catrapim, triste por não ter conseguido, mas contente por nunca se ter divertido tanto com a Pinapi.
Mas nunca se desiste assim de um sonho… Na hora de irem para a cama, Catrapim e Pinapi não sabiam a maravilha que lhes ia acontecer. Adormeceram e, pouco depois, estavam no mundo das estrelas.
Ambos sonharam que tinham concretizado o seu desejo, construindo uma nave super-estaladiça que viajava pelo espaço. Conheceram planetas desconhecidos, amigos extra-terrestres e, o melhor de tudo!, descobriram tesouros encantados.
Era o sonho deles. Nunca tinham vivido momentos tão especiais e tão divertidos. Até havia um planeta que tinha as coisas viradas ao contrário: camas que contavam histórias, roupeiros que falavam, etc..
Passaram a noite nessa diversão até que terminaram a impressionante viagem e foram para casa. Ambos conquistaram os seus desejos num simples sonho de que, afinal, nunca se esqueceram.

Diogo Gaboleiro (5º C)



O LIVRO

O livro, apesar de ser diferente da árvore, é mais parecido com ela do que aparenta. Os brilhantes cintilantes da capa parecem as folhas de uma árvore linda, que brilham quando estão ao sol. As folhas, no seu interior, parecem uma árvore com a copa espessa e verde. As suas letras tremidas parecem a cortiça de um sobreiro. E as raízes parecem os membros da mesma colecção de livros.

Alberto Duarte / João Valada (5º C)


O BERLINDE

É como um diamante,
Como uma esfera rodante.
É redondo como um pneu.
O berlinde é sempre meu!

Anda de mão em mão,
Espera que o ponham no chão.
O berlinde é como uma cereja,
Como o chantili que nos beija.

*******
O meu berlinde é parecido com uma bandeira.
E com um planeta.
E é parecido com uma bola.
E é idêntico a um peixe no mar.
Parece uma bola de sabão.
Idêntico a um diamante
Brilhante.
É parecido com uma pedra redonda.
O meu berlinde é idêntico a um nariz de palhaço.
É parecido com os caracóis das pessoas.
É idêntico à lâmpada de um candeeiro.

2005/11/17

ANIMAIS DE OUTRO MUNDO

CROCODÃO

Cabeça de crocodilo,
Pernas de cão,
A andar põe
A barriga no chão.

Cauda gigante
(Nada a ver com o cão),
Patas pequenas.
Que grande dentadão!

Que boca grande,
Que olhos tão giros,
Corpo cheio de escamas,
Que dentes compridos. – FÁBIO AFONSO (6º C)

GOLFICÃO – O golficão tem a cabeça de um cão e o corpo de um golfinho. É muito simpático, meigo e gosta muito de crianças. Ele vive numa ilha linda, com muitos animais exóticos. Come plantas, peixes e frutas que estão na ilha, junto ao oceano. O golficão gosta muito de brincar. Quando vai para a areia, brinca com os outros golficães e com os cães da ilha. Quando vai para o oceano, brinca com os golficães e também com os golfinhos. – SUSANA SILVA (6º E)

GRIMELO – O grimelo tem dois metros de altura, é castanho com manchas pretas, não tem orelhas, tem três bossas, dá saltos de um metro e vive numa pirâmide. Come ervas e, de duas em duas horas, bebe dois litros de água. É um animal meigo, mas quando os dias não lhe correm bem, é muito mau. Quando anoitece, começa a guinchar, porque odeia o escuro. Quem não gostava de ter um animal destes era eu! – RAFAELA ALDEIA (6º C)

PAPAGALEÃO – O papagaleão é uma mistura de um papagaio com um leão. Ele voa e anda na terra. É muito veloz, tem garras grandes e afiadas, tem uma enorme juba, um grande bico e asas enormes, de todas as cores. Quando caça fala com as vítimas, para as enganar e caçá-las com maior facilidade. Ele vive sozinho e constrói a sua casa nos buracos das árvores de grande porte. Quando não cabe nestes buracos, com o seu bico afiado aumenta o buraco e faz a sua casa. É um animal que gosta de brincar, mas é preciso atenção, pois ele é falso. – GONÇALO MARQUES (6º E)

POLGUIM – É um animal fantástico. É a transformação de um polvo e de um pinguim. É mais ou menos um pinguim normal, mas tem tentáculos e lança tinta preta da boca ou do bico. Tem o tamanho normal e as cores normais. Só vive em zonas frias. Come peixe. – ANDRÉ VAZ (6º C)

SAPATO – O sapato é um animal muito raro. É verde e branco com manchas pretas. A sua alimentação é variada, entre os insectos e os peixes. Ele consegue saltar cinquenta centímetros e é um dos melhores nadadores do Reino Animal. A sua visão nocturna permite-lhe caçar os insectos de noite, com o auxílio da língua (que tem dez centímetros) e das duas asas. Com penas impermeáveis e as guelras pode ir às profundezas dos oceanos. – MIGUEL GOMES (6º E)

SERCÃO - Um sercão deve ser um animal que da cintura para cima é serpente e da cintura para baixo é cão. Na minha imaginação, da cintura para cima é verde às bolinhas amarelas e da cintura para baixo é castanho às manchas brancas. O sercão tem escamas na parte de cima e pêlos, muitos pêlos, na parte de baixo. A voz do sercão é metade de serpente e metade de cão. Não morde, fala, ou melhor, sercala, que é a língua que tem. Ele esconde-se das pessoas por detrás das árvores, arbustos e de todas essas coisas. Ele caça, ou melhor, come bifes, ratos, pompeiras e chovos (animais fantásticos também). O sercão não faz mal (um dia pode estar em vias de extinção). Podem apanhá-los nas florestas ou entre plantas. De resto, é um animal igual, quer dizer, diferente, mas no fundo no fundo é igual aos outros. – MARISA ESTEVES (6º C)

VEABARÃO – Este animal fantástico é um pouco esquisito: um veado com cabeça de tubarão, mas mesmo com cabeça de tubarão, não sabe nadar. Alimenta-se com gafanhotos e vive numa casa muito engraçada. A sua casinha é subterrânea. Ele tem um esconderijo e nesse misterioso esconderijo põe um código que só ele sabe. Abre-se então uma porta no chão e ele vive lá por baixo. Trabalha no verão e no Inverno aproveita o seu trabalhinho para descansar, porque é muito preguiçoso! – CAROLINA MARQUÊS (6º C)

ZECÃO – Era uma vez um cão que estava cruzado com uma zebra. O zecão era grande, tinha uma cabeça às bolinhas castanhas, o corpo às riscas e o rabo às bolinhas castanhas. O zecão vivia numa floresta ao largo de Espanha. Ele comia tudo o que lhe aparecia pela frente. Tinha muito pavor às cobras. Corria logo a sete pés. Era um animal um pouco estranho, porque tinha várias cores no corpo. O zecão tinha sete anos e não tinha pais, porque tinham morrido de velhice. Os irmãos estavam noutra floresta. O zecão tentava namorar com uma macadela, mas ela não lhe dava trela nenhuma. – RODRIGO APOLINÁRIO (6º E)

Flávia Pinto (5º F)

O meu objecto preferido

Eu não tenho objectos preferidos,
É muito difícil escolher…
Tenho prateleiras de livros,
Sem um mais giro ter.

Gosto de fios e pulseiras
Que servem para enfeitar…
São como certos amuletos
Que confiança ajudam a dar.

Também gosto muito de fadas,
Fadas de porcelana esvoaçantes…
São como as dançarinas
Sempre a voar e brilhantes.

As velas são muito bonitas
Com o seu movimento constante.
São como fininhos véus
Com seu movimento ondulante.

Os objectos preferidos
São algo em que podemos confiar.
Abraçamo-los quando entristecemos
Até bem melhor acordar.

2005/11/15

recolha de Diogo Tecelão (5º C)


LENDA DE SÃO MARTINHO

Num dia chuvoso de Novembro, São Martinho cavalgava no seu fiel cavalo. A meio caminho encontrou um mendigo, gelado e cheio de fome.
São Martinho foi amigo, fiel e simpático e ofereceu-lhe a sua capa roxa, que cortou ao meio com a sua espada. Assim o velho senhor ficou um pouco mais quente.
Como o mendigo não tinha casa, levou-o para a igreja para que pudesse abrigar-se da chuva e do frio e também para rezarem e pedirem a Deus que a sua vida melhorasse.
Mais tarde, São Martinho ofereceu-lhe a sua casa e comida para que matasse a fome.
Deus ajudou o mendigo e assim ele tornou-se num grande guerreiro, deixando de andar a mendigar de aldeia em aldeia.
E é assim que se comemora o dia de São Martinho (11 de Novembro), em que se bebe vinho e se comem castanhas e batatas-doces e se devem ajudar os que têm menos do que nós.

(na imagem: "São Martinho", um quadro do pintor El Greco, do século XVI)

2005/11/14

Comentários

A partir de hoje, deixa de ser possível fazer comentários aos textos colocados na página "Pequenos Escritores de Santana". Todas as opiniões seriam publicadas, positivas ou negativas, desde que fossem críticas construtivas. Acontece que alguns alunos da escola decidiram usar a caixa de comentários para insultarem, anonimamente, os colegas. Sendo esta atitude inadmissível, o Clube de Escrita achou por bem cancelar esta opção no blogue.
Esperamos que continuem a visitar a página, pois todas as semanas haverá novidades.

2005/11/10

Nuno Paulo (6º E)

ERA UMA VEZ

Era uma vez um avião;
tinha lá dentro um cão.
Na cadeia estavam prisioneiros;
comiam os frangos inteiros.
Em casa estava uma mulher com calças
Com um sutiã sem alças.
Há um homem que dá um espirro,
Ele diz que é um vampiro.
Numa casa há uma panela;
Quando está quente, vai p'rà janela.

recolha de Leonor Almeida (5º C)

Copo giracopo
Gargalhopo
Copo cá.
Quem não disser três vezes:
"Copo giracopo
Gargalhopo
Copo cá,
Por este copo
Não beberá."
***
Um homem tinha tinha
No alto da carapinha.
Dava tudo o que tinha
Para tirar a tinha que tinha
No alto da carapinha.
***
Era uma mafagafa
Com sete mafagafinhos.
Morreu a mafagafa
Ficaram os sete mafagafinhos
A mafagafarem sozinhos.

João Ferreira (6º C)

A DESCOBERTA

Era um dia normal até acontecer uma coisa muito estranha. Ao ir para a escola a pé, fui por um atalho. De repente, ZÁS!, caí num buraco.
Estava tudo às escuras. Fui à mochila e encontrei uma lanterna. Acendi-a e fiquei fascinado. Tinha acabado de encontrar um templo egípcio. Continuei a andar e deparei-me com uma grande divisão, onde estava um sarcófago cheio de ouro.
Peguei no telemóvel e tentei ligar para alguém, mas não consegui. Fiquei muito aflito e comecei a correr. Cheguei a um túnel muito escuro, com uma luz ao fundo. Corri para a luz e consegui sair. Liguei para uma empresa e disse o que se tinha passado. Em pouco tempo, o lugar estava cheio de pessoas.
Tinha concretizado o meu sonho: fiquei famoso e rico.
Entretanto aconteceu uma coisa muito estranha. Acordei. Só então vi que tudo aquilo não tinha passado de um sonho.

2005/11/09

Inês Caupers (6º C)

COLIFANHOTO

O colifanhoto é uma mistura de um colibri com um gafanhoto. Alimenta-se especialmente de grãos de pólen e de pequenos insectos, como os pulgões.
Encontram-se no norte de Portugal em campos de malmequeres e em soutos de castanheiros, pois adoram polén e as pequenas lagartas que existem nas castanhas, com as quais alimentam as crias.
Costumam fazer os ninhos nos castanheiros e os seus ovos são pouco maiores do que ervilhas.
O colifanhoto é originário das florestas tropicais e foi trazido para a Europa por emigrantes portugueses.
É raro encontrar colifanhotos em zonas urbanas, porque os que se atrevem a viver nas cidades, normalmente são apanhados pelas pessoas e pelos gatos domésticos.
Têm seis centímetros de comprimento e sete centímetros de envergadura. São muito sociáveis e nunca gostam de estar sozinhos. Possuem uma esperança de vida de um ano. Os adultos são normalmente revestidos por penas de cor verde clara e debaixo das asas têm um tom azulado.

Tiago Bacelar (5º C)

É O MUNDO QUE ESTÁ EM CAUSA

Folhas das árvores caem.
Árvores faltam ao ambiente.
O ambiente está poluído.
Por isto vos escrevi,
escrevi com muita inspiração.
Humanos cortam árvores,
fazem incêndios,
cada vez mais pedreiras,
cada vez mais atentados.
Os atentados muitas pessoas matam.
E com estas coisas há outra coisa:
um buraco no ozono.
Mas não pensem que tem
alguma coisa a ver com Outono.
Não, é muito pior!
Cada vez mais furacões e tremores de terra...
Isto tudo, quem sabe se não destruirá o mundo.
Este texto, meio poesia,
é para vos relembrar
que estão a acabar com o mundo.
Agradecia que dessem atenção
a este texto.
É o mundo que está em causa.

2005/11/08

Inês Oliveira (5º E)

UMA GRANDE DISCUSSÃO
Há muitos, muitos anos viviam dois povos em guerra. O povo "Elefante" era governado por D. Marcelo IV e o povo "Lagartixa" era governado por D. Aurora II.
Ambos os povos queriam o sol. Por isto decidiram fazer uma competição, vendo quem conseguia atirar ao alvo, saltar por cima de uma barra de cem metros e nadar sem parar quatrocentos metros. O povo "Leão" fez de juri e o povo "Ratês" fez de árbitro; o povo "Raposo" deu a partida. Mas o povo "Coelho" achou que era um grande disparate estarem zangados. Por isso, fez uma manifestação, gritando:
- O sol é de todos! O sol é de todos!
Ao verem essa manifestação, o rei elefante D. Marcelo IV e a rainha lagartixa D. Aurora II disseram em conjunto:
- Vamos casar-nos!
E assim acabou tudo em bem...

PRIMEIRO PASSO


O blogue "Pequenos Escritores de Santana" tem como objectivo promover o gosto pela escrita entre os alunos da Escola Básica 2,3 de Santana (Sesimbra). Deseja estimular o uso consciente da criatividade verbal, visando ainda desenvolver nos alunos competências no âmbito da leitura e da formação cívica.
A pouco e pouco irá ser preenchido por textos saídos da imaginação de todos os alunos, do 5º ao 9º ano.